Vestido de noiva agora não é mais único e, sim, vários!

Não é incomum as famosas usarem mais de um vestido de noiva (Foto: Reprodução/Intagram)Não é incomum as famosas usarem mais de um vestido de noiva (Foto: Reprodução/Intagram)

Toda mulher que já casou sabe que um dos detalhes mais importantes da cerimônia em si é o vestido de noiva. E escolher o modelo perfeito não é tarefa fácil, é preciso muita pesquisa, provas e ajustes. “O second dress é o vestido que a noiva troca logo após a cerimônia visando ganhar mais liberdade de movimento e até sensualidade. O melhor modelo para se casar depende do local e da religião. Algumas religiões não permitem decotes e nem ombros de fora. Neste caso o clássico, sem decotes muito pronunciados e comprimento mais longo. Uma boa opção é quando uma parte do vestido é desmontavel e a noiva, além de economizar, ganha essa versatilidade ao look”, explica a consultora de moda Cris Galotti.


No mundo das celebridades, porém, escolher um único vestido é raridade. Muitas famosas, ao exemplo de Kim Kardashian, escolhem modelos diferentes e com estilos variados, cada um para uma parte do evento: a cerimônia, a recepção e a festa propriamente dita. Relembre, a seguir, as famosas que usaram mais de um vestido no seu casamento!


Chrissy Teigen
Para o casamento com John Legend, Chrissy usou três vestidos diferentes, todos eles desenvolvidos pela estilista Vera Wang, uma queridinha da modelo e apresentadora.

Chrissy Teigen com seus vestidos Vera Wang (Foto: Reprodução/Instagram)Chrissy Teigen com seus vestidos Vera Wang (Foto: Reprodução/Instagram)

Jamie Chung
A atriz norte-americana optou por dois modelos para o seu casamento com Bryan Greenberg. Na cerimônia, ela escolheu um vestido Monique Lhuillier de mangas rendadas e saia dupla – uma mais ajustada no corpo e outra transparente, de tule – e uma peça de comprimento mídi Jonathan Simkhai para a recepção e as fotos pré-casamento.

Jamie Chung de Monique Lhuillier e Jonathan Simkhai (Foto: Reprodução/Instagram)Jamie Chung de Monique Lhuillier e Jonathan Simkhai (Foto: Reprodução/Instagram)

Solange Knowles
Ultra moderna, a irmã de Beyoncé usou modelos da designer Stéphane Rolland para o seu casamento. Um dos vestidos, bem minimalista, era longo e contava com uma capa, enquanto outro modelo, um macacão também com capa, contava com um decote generoso.

Kim Kardashian e dois dos vestidos Vera Wang que usou no seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram)Kim Kardashian e dois dos vestidos Vera Wang que usou no seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram)

Kim Kardashian
Quando se casou com Kris Humphries, Kim Kardashian impressionou o mundo todo com uma cerimônia monumental. O evento, claro, contou com três vestidos diferentes, todos desenvolvidos também pela guru dos casamentos, Vera Wang.

Kim Kardashian e dois dos vestidos Vera Wang que usou no seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram)Kim Kardashian e dois dos vestidos Vera Wang que usou no seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram)

Helena Bordon
A brasileira fez a sua cerimônia de casamento em St. Barth e usou três vestidos diferentes, um para cada ocasião. O look da cerimônia religiosa ficou por conta da Valentino, um vestido vintage usado por sua mãe. No evento à beira-mar, na praia francesa, a opção foi um modelo criado por Francisco Costa, ex-designer da Calvin Klein, e no casamento civil, o look foi básico: terninho branco e tênis.

Os modelos escolhidos por Helena Bordon (Foto: Reprodução/Instagram)Os modelos escolhidos por Helena Bordon (Foto: Reprodução/Instagram)


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Relembre histórias inspiradoras de mulheres que passaram pelas Olimpíadas

Rafaela Silva, judoca brasileira que conquistou ouro nas Olimpíadas do Rio (Foto: Getty Images)Rafaela Silva, judoca brasileira que conquistou ouro nas Olimpíadas do Rio (Foto: Getty Images)

Mais do que disputa acirradas e muitas medelhas, os Jogos Olímpicos do Rio foram marcados por histórias incríveis de seus atletas, seja suas trajetórias até chegar no Brasil ou o desempenho deles na própria competição. Abaixo, relembre mulheres inspiradoras que se destacaram nas Olimpíadas – e emocionaram torcidas de todos os países.


RAFAELA SILVA
O primeiro ouro do Brasil na Rio 2016 foi simbólico porque foi conquistado por uma carioca que, além do lugar mais alto no pódio, se tornou a primeira brasileira a ser campeã olímpica no judô. Rafaela Silva, 24 anos, é nascida e criada na favela Cidade de Deus e começou a lutar judô por meio de um projeto social, incentivada pela irmã. Com apenas 20 anos, participou dos seus primeiros Jogos Olímpicos, em 2012 na cidade Londres. Lá, o que parecia ser um sonho realizado acabou se tornando um pesadelo: a atleta executou um golpe ilegal, foi banida da competição e se tornou alvo de insultos racistas – pessoas a chamaram de macaca e disseram que ela era uma vergonha para sua família. A carioca conseguiu superar o trauma, deu a volta por cima e, no ano seguinte, foi campeã mundial no seu esporte. Desde então, treinou com o incentivo de saber que competiria em casa. Na Rio 2016, depois de receber a medalha de ouro, disse que gostaria de ser um exemplo para as crianças da comunidade e lembrou dos xingamentos que sofreu anos antes: “O macaco que tinha que estar na jaula em Londres hoje é campeão olímpico dentro de casa e hoje eu não fui uma vergonha para a minha família”.

Nadadora do time de refugiados que participou dos Jogos do Rio (Foto: Getty Images)Nadadora do time de refugiados que participou dos Jogos do Rio (Foto: Getty Images)

YUSRA MARDINI
Com apenas 18 anos, a nadadora nascida na Síria participou das Olimpíadas como membro da equipe dos refugiados. Yusra teve uma trajetória muito difícil até chegar no Rio: ao fugir da guerra civil em seu país com a família, precisou fazer a travessia entre Turquia e Grécia pelo Mar Mediterrâneo. No caminho de 3 horas, porém, o barco em que seus parentes estavam ameaçava afundar e poucos sabiam nadar. Por isso, ela e a irmã, filhas de um professor de natação, entraram na água e puxaram o barco para salvar os outros refugiados. Yusra, que vive na Alemanha desde setembro do ano passado, ficou longe de uma medalha nos Jogos Olímpicos: ela se classificou em 41o lugar nas classificatórias dos 100 metros e não conseguiu um lugar na semifinal. No entanto, saiu da competição com a sensação de ser uma vitoriosa – e emocionou torcedores de todo o mundo.

Ibtihaj Muhammad, atleta dos Estados Unidos (Foto: Getty Images)Ibtihaj Muhammad, atleta dos Estados Unidos (Foto: Getty Images)

IBTIHAJ MUHAMMAD
Com sua participação na Rio 2016, a esgrimista de 30 anos se tornou a primeira mulher americana a competir em uma Olimpíada com o véu muçulmano. O feito é muito relevante especialmente pelo momento político que os Estados Unidos vivem atualmente: o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, por exemplo, propôs em sua campanha a expulsão de todos os muçulmanos do país. A atleta já declarou que começou no esporte porque sua mãe percebeu que a atividade poderia ser conciliada com suas crenças, especialmente pelo fato de, no esgrima, as mulheres usarem calças e blusas de manga comprida. Durante as Olimpíadas, Ibtihaj fez algumas declarações fortes contra Trump, mas a melhor resposta contra o preconceito veio na competição por equipes: uma medalha de bronze que levará para casa.

Nikki Hamblin, da Nova Zelândia, e Abbey D'Agostino, dos Estados Unidos, se ajudam depois de sofrer queda (Foto: Getty Images)Nikki Hamblin, da Nova Zelândia, e Abbey D’Agostino, dos Estados Unidos, se ajudam depois de sofrer queda (Foto: Getty Images)

NIKKI HAMBLIN E ABBEY D’AGOSTINO
As corredoras deram uma demonstração do que é o espírito olímpico enquanto competiam nas semifinais dos 5.000 metros, no Engenhão. A um terço para o fim da prova, Nikki Hamblin, atleta da Nova Zelândia, caiu na pista e derrubou Abbey D’Agostino, dos Estados Unidos, que não conseguiu desviar da adversária a tempo e acabou torcendo o tornozelo. As duas se ajudaram a levantar e seguiram juntas na competição. No entanto, a americana sofreu uma nova queda, mas conseguiu terminar a corrida porque Nikki a incentivou o tempo todo. As atletas completaram a prova nas últimas duas posições e se abraçaram ao cruzar a linha de chegada, uma cena que comoveu todos os presentes – inclusive os juízes, que deram a elas o direito de competir na final.

Oksana Chusovitina, 41 anos, é atleta do Uzbequistão (Foto: Reprodução/Instagram)Oksana Chusovitina, 41 anos, é atleta do Uzbequistão (Foto: Reprodução/Instagram)

OKSANA CHUSOVITINA
Aos 41 anos, a ginasta do Uzbequistão participou de sua 7ª Olimpíada como a atleta mais velha da modalidade. Ainda assim, exibiu um condicionamento físico invejável e conseguiu um lugar na final de salto, mas não conquistou medalhas desta vez. Oksana tem uma trajetória inspiradora: começou na Ginástica Artística aos 13 anos defendendo a União Soviética e, quando o bloco se desfez, passou a defender o Uzbequistão. Pelo seu país, ganhou medalha de ouro na competição por equipes nos Jogos de Barcelona, em 1992. Uma década depois, seu filho, então com 3 anos, foi diagnostico com leucemia e o governo da Alemanha se ofereceu para pagar o tratamento. Em troca, a ginasta e seu marido, o lutador Bachadir Kurbanov, passaram a competir pela equipe germânica. Foi neste período que a uzbeque ganhou a sua segunda medalha olímpica: ela foi prata no solo em Pequim, 2008. Quando o filho da atleta foi curado da doença, Oksana voltou a defender o Uzbequistão. No Rio, ela declarou que está se aposentando.

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A cruel indústria da moda

GRUPO QUESTIONA A MÁQUINA DA MODA DE DENTRO DA GALERIA DE ARTE


Muito se fala sobre a crueldade da indústria da moda – nos preços, na produção em massa, na falta de fair trade e no trabalho escravo. A revolta é fácil (no Facebook) quando uma Zara ou uma Marisa é pega terceirizando oficinas cheias de colombianos no Bom Retiro ou centenas morrem em incêndios em Bangladesh. Mas pouco se vai além das mídias sociais (que viram pó na primeira liquidação que aparece – você viu que a Forever 21 vai abrir um outlet?).


Um grupo de jovens, porém, está usando a linguagem da arte para discutir esses problemas através da performance Remova Antes de Usar, tentando trazer o assunto à tona via galerias – especificamente dentro da Movimenta, primeira mostra de performances montada pela Galeria Mezanino, em Pinheiros.



A performance na Mezanino: carga horária pesada.


Em sintonia com movimentos tipo Fashion Revolution, representado no Brasil por Fernanda Simon, que propõe o questionamento “Quem fez a minha roupa?”, o grupo Ogiva quer abordar as péssimas (e excessivas) condições de trabalho, carga horária e produção da moda – mas não só, da produção capitalista em geral: o que está por trás da etiqueta que visto?


“O nome veio da história daquelas etiquetas que se encontra nas lojas, que dizem ‘remova antes de usar’”, conta Cacau Francisco, que faz parte do trio. “Afinal, o que é que você deve remover antes de comprar um produto de moda? Esse é o questionamento”.



Cacau e os bastidores finalizados.


Estilista de Fortaleza, Cacau fez em 2013 um dos melhores desfiles dessa última geração da Casa de Criadores, em São Paulo, mas logo largou as passarelas para buscar outras formas de expressão – e tem se tornado aos poucos um nome forte no questionamento da nova moda, sendo cooptado logo pelo núcleo artístico da Premiére Vision para trabalhos pontuais dentro da feira de tecidos.


“Não estava atingindo as pessoas da forma que queria com desfiles. Não acredito mais em passarela, é muito mais do mesmo, as pessoas contam histórias muito vazias”, conta, explicando como trocou o catwalk padrão pelo mondo performance.


Nessa nova fase, Cacau se reuniu ao casal Mario Filho e Marie Auip no grupo Ogiva, que se propõe a ações visuais de questionamentos políticos dentro da realidade social brasileira. E daí surgiu a Remova, montada pela primeira vez em maio: em pleno Dia do Trabalho, o trio ocupou os canteiros da Avenida Paulista bordando bastidores de tecido com números de carteira de trabalho e pedidos de socorro.


“Na Paulista nós conseguimos criar um diálogo, fazer as pessoas pensarem no assunto”, conta. Além dos performers, o grupo colocou uma cadeira vazia com placa de “temos vagas” para ironizar a indústria e convidar os transeuntes a bordar ao seu lado.




O grupo em ação na Avenida Paulista.


Foi dali que surgiu o convite da Movimenta, com curadoria de Luanna Jimenes e Ivi Brasil, que acontece na Mezanino até 1º de agosto. Diariamente, entre 11h e 20h, o grupo (com a adesão de Natália Coehl) monta uma oficina de trabalho dentro da galeria, bordando os bastidores que são pregados na parede ao final da tarde, como em um magazine de fast fashion.



A performance rola em ritmo de produção de alta escala, com horários fixos e folgas apertadas, cenário tão comum nos ateliês – ainda mais com algo tão manual. “Escolhemos o bordado pelo lance afetivo na memória das pessoas, além de ser algo laboral que toma muito tempo”, conta Cacau.


Diferentemente da performance original, o grupo não interage com o público. Ao contrário, usa máscaras de crochê, símbolo do anonimato do trabalhador que produz sua roupa barata (ou nem tanto) e você não vê – ou não quer ver.


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