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Morte de modelo famosa nas Maldivas gera polêmica

Raudha Athif (Foto: Reprodução / Instagram)Raudha Athif (Foto: Reprodução / Instagram)

A jovem Raudha Athif era o que poderia ser considerado uma menina prodígio. Cursava o segundo ano de medicina na universidade de Islami Bank Medical College, e fazia trabalhos como modelo –inclusive, foi capa de revistas de moda na Índia. De fé islâmica, também lutava pelo fim da perseguição religiosa orquestrada por radicais religiosos na Ásia. Mas seus planos foram brutalmente foram interrompidos neste ano com sua morte.


Foram seus colegas da agencia de modelos quem a encontraram sem vida no quarto do hotel onde estava hospedada em Bangladesh. Estava enforcada. As autoridades locais, inicialmente, informaram que Raudha teria cometido suicídio, conforme indicou a autópsia em seu corpo, mas investigadores das Maldivas, onde nasceu, veem a possibilidade de um assassinato. É o que também acreditam seus familiares.

Raudha Athif (Foto: Reprodução / Facebook)Raudha Athif (Foto: Reprodução / Facebook)


“A estudante de medicina e minha filha Raudha Athif não cometeu suicídio. Ela foi morta no quarto de hotel. Tenho fatos”, escreveu Mohamed Athif em sua conta no Twitter.


Extremistas religiosos são os principais suspeitos do crime, segundo o Rayyan Athif, irmão da vítima. O grupo a perseguia por sua crítica à intolerância religiosa e por usar jeans para ir à universidade –embora cobrisse a cabeça com um véu tradicional do islã todas as vezes. “Ela era criticada por usar jeans. E repetidamente lhe diziam que não podia usar a peça para ir à universidade. Outros estudantes também foram alvos desse tipo de bullying”, contou ao jornal “The Sun”. Além disso, poucas semanas antes de sua morte, Raudha revelou à família que algum desconhecido havia colocado sonífero em sua bebida.


Raudha ganhou fama nas Maldivas em 2014 quando uma foto sua feita pelo fotógrafo Sotti viralizou nas redes sociais e chegou a ser elogiada pelo presidente do país. Foi o início de sua  promissora, porém curta, carreira como modelo.


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Xuxa compartilha clique de Sasha e diz: “Como pode ser tão linda?”

Sasha (Foto: Reprodução/ Instagram)Sasha (Foto: Reprodução/ Instagram)

Xuxa Meneghel usou seu perfil pessoal no Instagram na madrugada desta terça-feira (11.07) para compartilhar um clique da filha Sasha Meneghel Szafir – e ser mãezona coruja na legenda do post na rede social.


“Como pode ser tão lindaaaaaa??????”, escreveu Xuxa na imagem em que a estudante de moda de 18 anos aparece bela e descalça, a bordo de shorts jeans e camiseta de manga longa. 


Os elogios, é claro, vieram aos montes. “A cara da mãe, linda demais”, “quem será que ela puxou?Rs”, “Igual a mãe” e “Puxou a mãe” “Modelo perfeita” foram alguns deles.


Sasha também aproveitou para postar um outro clique feito no mesmo momento em sua conta da rede social. Mãe e filha estão curtindo férias na companhia da melhor amiga da futura designer, Luma Antunes.


Sasha Meneghel Szafir (Foto: Reprodução/ Instagram)Sasha Meneghel Szafir (Foto: Reprodução/ Instagram)


 


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Travesti na novela das 9, Silvero Pereira se sente bem como homem ou mulher

Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)

Silvero Pereira se define como uma pessoa que não gosta de se “encaixotar”. Livre de preconceitos e firme em suas opiniões, ele não deixa que ninguém o coloque para baixo. “Ser chamado de ‘viado’ e ‘traveco’ para mim é motivo de orgulho”, diz ele em entrevsita. Cearense de Mombaça, uma cidade de 50 mil habitantes, o ator de 35 anos – filho de operário e mãe lavadeira – é casado há nove com um dramaturgo, mas teve várias namoradas na adolescência.  


Foi pensando em defender atores transexuais e travestis que Pereira montou a companhia teatral AsTravestidas. Defensor dos direitos da comunidade LGBT, ele acredita que é preciso lutar por leis que defendam a todos: “Se não, vamos acabar revelando que o Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.”


Como tem sido a repercussão de seu personagem na novela?
SILVERO PEREIRA Faço teatro há 18 anos. Construí uma trajetória artística e política muito importante. Há 15 anos, me dedico às questões LGBT, de travestis, transexuais e transformistas, e  ganhei notoriedade, mas, claro, tudo isso está muito longe do que uma novela das 9 consegue proporcionar. Não consigo mensurar o tamanho disso tudo. Estou em cartaz em São Paulo com a peça “Brtrans“, e, outro dia, andando pela Avenida Paulista, pela primeira vez as pessoas me abordam para falar sobre o Nonato, meu personagem na novela. Nas redes sociais, tenho um Instagram bem ativo e, às vezes, entro ao vivo. Quando isso acontece, sempre aparece uma pessoa que decide me agredir. Reajo politicamente.


O que chama de reagir politicamente?
PEREIRA – Quando tentam me chamar de “viadão”, “traveco”, palavras que podem ser consideradas depreciativas e insultos, eu rebato dizendo que, para mim, elas são motivo de orgulho, adjetivos bem positivos. Esse tipo de atitude faz com que eu acabe levantando essa bandeira para outras pessoas que, no dia a dia, são agredidas e até espancadas. Costumo dizer: “Respondam [às agressões] e se sintam orgulhosas pelo que são”. É muito fácil julgar uma travesti que está na esquina se prostituindo. Mas qual a história dela? Precisamos nos aprofundar nessas questões, sair da superficialidade para entender o que ela sofreu desde criança. Ela está na rua tentando sobreviver.

Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)

Quando decidiu ser ator?
PEREIRA – Minha irmã Cristiana e eu costumávamos brincar de show de calouros. Desde pequeno, gostava de me fantasiar. Trancado no banheiro, me sentia seguro para me expor, pois, sozinho, podia brincar com minhas fantasias. Alguns amigos na infância, principalmente as meninas,  compreendiam minha inclinação para as artes e participavam das minhas invenções. Mas só fui saber o que era teatro quando me mudei para Fortaleza, aos 17 anos. Quando assisti a primeira peça de teatro, descobri o que queria fazer na vida.

Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)

Quando você contou à sua família que era homossexual?
PEREIRA –
Esse sempre foi um assunto difícil de falar com minha família, mas, de maneira natural, eles compreenderam que não podiam exigir de mim questões heteronormativas. Não podiam exigir namoradas, casamento, filhos, algo que eles tentaram  durante minha adolescência. Depois que me reconheci de fato, não permiti que ninguém interferisse em minha construção. 


Você se relacionou com meninas?
PEREIRA – Durante toda a minha adolescência, todas as minha relações foram com meninas. Primeiro namorei meninas; depois, passei a me relacionar com garotos. Foi um processo natural. Não gosto de me encaixotar na obrigação de me definir homossexual, bissexual. Gosto muito mais da liberdade de ser, do que da obrigação de definir. Essa é uma frase que tenho usado sempre. Hoje, aos 35 anos, sou feliz com minha identidade. Não me privo dos meus desejos, sejam eles por homens ou por mulheres. Permito que esses desejos aconteçam e, se tiver que ser por homem ou por mulher, que seja bem bonito para mim.


Como os travestis eram tratados em sua cidade natal?
PEREIRA – uma história muito perturbadora da minha infância: Há uma travesti em minha cidade, que mora lá até hoje, chamada Barbosinha. Sempre me disseram que ela tinha uma doença e eu não deveria me aproximar. Era uma espécie de lenda urbana que dizia que a gente não podia ter contato com a Barbosinha. Quando saí da minha cidade, eu era transfóbico. Fui obrigado a não gostar de Barbosinha, a pensar que ela era quase um bicho.  Mas, apesar de eu não ter compreensão sobre sexualidade e identidade de gênero, sentia interesse por esses temas, mesmo sem saber ainda me encaixar. Foi no teatro que compreendi que as pessoas tinham me feito pensar tudo errado.


Você sofreu preconceito no início de sua carreira?
PEREIRA – Sim, por fazer trabalhos para travestis. A classe artística começou a dizer que eu não era era ator, que deveria virar transformista e seguir os passos de minhas colegas nas boates. Mas enfrentei tudo e hoje digo: “Vocês estavam errados”. Hoje, há travestis que trabalham como  funcionárias públicas, são casadas, respeitadas. Claro que ainda existem muitas que são marginalizadas, mas o cenário é bem diferente de quando eu era mais jovem.


Por que você montou a companhia de teatro As Travestidas?
PEREIRA – Estamos num movimento muito bonito rumo à representatividade nas artes cênicas e me considero alguém que, de fato, contribuiu para esse movimento. Há 15 anos, no Ceará, acompanhei muitas amigas artistas largarem o teatro para trabalhar apenas em boates. A construção do meu grupo foi uma luta política, de resistência, para que as meninas voltassem ao  teatro. No grupo, temos três transexuais graduadas em artes cênicas. Somos em 12 integrantes e tem de tudo: hétero, homo, bi,  fluido de gênero, travesti, transexual e transformista.


O que falta para o seu grupo se multiplicar?
PEREIRA – Políticas públicas em defesa das questões LGBT. A área artística está à frente de outros setores. É preciso que as pessoas reconheçam que o Brasil é o país onde se mata mais travesti e trans no mundo. Não há políticas em defesa dessa comunidade. O Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.


Na TV, você prefere se ver como Elis ou Nonato?
PEREIRA – Me sinto tão feliz de barba quanto de cabelo comprido e usando vestido. O masculino é uma coisa que me interessa, me excita e me deixa feliz. Mas o feminino é algo que me comove, mexe comigo. Me sinto feliz das duas formas. Até uns 30 anos, me sentia confuso sobre a masculinidade, a feminilidade, mas agora transito normalmente. O teatro foi minha terapia e me ajudou intensamente a resolver essas questões.


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Rafa Brites posta foto com Rocco e diz que admira mães que cuidam dos bebês sozinhas

Rafa Brites (Foto: Reprodução/Instagram)Rafa Brites (Foto: Reprodução/Instagram)

Rafa Brites compartilhou um clique com o filho Rocco no Instagram,. Na imagem, o bebê, seu primeiro do casamento com o jornalista Felipe Andreoli, aparece dormindo no seu braço. 


Na legenda, a repórter do “Mais Você” contou um pouco da sua rotina com o filho e disse que tem alguém para ajudá-la cinco vezes por semana. Ela afirmou que admira mães que não tem ajuda para cuidar do filho, porque ela disse que nos dois dias que fica sozinha com o bebê, se sente  exausta.


“Eu realmente admiro mães que por opção, ou por falta dessa opção, não tem ajuda para cuidar de um bebê. Não sou alienada a ponto de não saber que ter uma empregada doméstica ou babá é para a minoria ínfima aqui no nosso país. Enfermeira então é o luxo dos luxos. Não daria nem para falar que em outros países isso é comum porque não é. Pelo contrário, são profissões geradas pelo modelo de vida da classe alta latina. Nos países da Europa, nos Estados Unidos, Japão etc é raríssimo. Eu sou uma dessas latinas, de determinada classe, que tem a opção de contar com esses serviços. Tenho pessoas 5 vezes por semana que, junto comigo e com o pai dividem a tarefa de cuidar do Rocco. Agora, nos dois dias que não tenho, fico exausta”, afirmou.


“Como o Felipe trabalha durante o final de semana fico sozinha mesmo. Não rola nem a casa das vovós porque elas moram em outra cidade. Aí, minhas costas doem demais. Me enrolo toda. Tomo banhos pela metade, secar o cabelo como podem ver pela foto, nem pensar. Para me vestir apelo para os canais de desenho (coisa que dizia que só deixaria depois de uma certa idade). Acumula louça, roupa, lixo com fraldas, não dou conta de esterilizar as coisas. Mas assim fica porque amanhã é segunda-feira e chega toda a turma que me ajuda. Mas e aí? Na sua casa que não chega ninguém? Nem amanhã nem depois? Sei que cada um analisa sua situação através da própria realidade, mas não tenho como não me ver como uma patricinha mimada ao reclamar que está difícil.”


Ela continou dizendo que o vínculo criado com o filho quando cuida dele sozinho é diferente. “Ao mesmo tempo, o vínculo criado nesses dois dias intensos é algo diferente dos outros. Certamente as mães que não contam com essa ajuda têm um vínculo maior com seus filhos. Algo doído de eu ter que admitir, mas sim, ao ter essa regalia toda, divido também a criação do meu filho com outras pessoas. Não que isso seja ruim, até porque são maravilhosas, provavelmente mais sábias do que eu. Mas é um fato. Pago pau para vocês mães 24h mão na massa. Ainda fazem o almoço, cuidam do filho mais velho. Como isso? Acho que minha couraça é muito fina mesmo, viu. É muito nhé nhé nhé. Parabéns. São exemplos pra mim, viu? TODO O MEU RESPEITO E ADMIRAÇÃO. Bom final de domingo, que no fundo dá quase na mesma que a segunda…”


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Saiba quais serão os nomes de bebês mais populares de 2017

Blake Lively e Ryan Reynolds (Foto: Getty Images)Blake Lively e Ryan Reynolds (Foto: Getty Images)

Em 2017, alguns nomes prometem bombar nos registros de nascimentos nos Estados Unidos. Um dos mais populares será Ines por conta do nascimento da filha do casal de atores Ryan Reynolds e Blake Lively. O site referência no assunto, Nameberry, soltou a lista. Confira os nomes e veja se gostou de algum:


Para meninas:


1. Tatjana +1508%


2. Alizeh +748%


3. Tahiti +551%


4. Moana +467%


5. Ines +338%


6. Seren +239%


7. Rosamund +237%


8. Alisha +178%


9. Samara +155%


10. Lilian +124%



Para meninos:


1. Kyd +4141%


2. Benajah +2300%


3. Sulien +1656%


4. Koa +332%


5. Gunther +307%


6. Cassian +191%


7. Beauregard +147%


8. Albie +120%


9. Isaac +114%


10. Lucien +87%


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Seis modelos diferentes de jeans para aposentar o skinny

Aposente o skinny e aposte em outras modelagens de jeans (Foto: Imaxtree)Aposente o skinny e aposte em outras modelagens de jeans (Foto: Imaxtree)

Depois de reinar unânime, o skinny sai um pouco de cena para dar espaço a diferentes shapes – que vão desde da pantalona mais larga até modelos com ares vintage, inspirados nos anos 90. Confira seis modelos que são sucesso no street style e se inspire para montar diferentes produções.


Depois de reinar unânime, o skinny sai um pouco de cena para dar espaço a diferentes shapes – que vão desde da pantalona mais larga até modelos com ares vintage, inspirados nos anos 90 . Confira seis modelos que são sucesso no street style e se inspire para montar diferentes produções.


1. Jeans mom
A modelagem mom se inspira nos jeans femininos típicos do final dos anos 80 e início dos 90. O nome é uma brincadeira, fazendo referências às mamães dos millenials que usavam o modelo na época. De formato cenoura ,a cintura é alta e a peça cai justa do cós até a parte inferior dos glúteos e afunila levemente nas pernas . O tecido é mais rígido e a barra cai um pouco acima do tornozelo. Para adotar: combine com camisetas estampadas por dentro da calça para um look mais vintage. Aproveite a cintura mais alta para usar também com tops cropped.

O jean O jean “mom” (Foto: Imaxtree)

2. Jeans dad
Na mesma pegada do jeans “mãe” o dad jeans lembra os modelos do típico pai americano. A cintura é de média a alta, o cós é naturalmente mais baixo. A lavagem é tipicamente mais clara e o modelo fica mais folgado nas pernas. Vale usar com tênis ou sneaker, mas para não deixar a estética tão datada e masculina, combine com bota ou saltos médios.

O jeans O jeans “dad” tem uma pegada vintage (Foto: Imaxtree)

3. Flare 7/8
Um híbrido do flare com o cropped, o modelo apareceu em peso nas passarelas e não demorou para tomar conta do street style. Diferente do primo de barra mais longa, o flare 7/8 coloca o sapato mais em evidência. Na hora de montar o look, portanto, invista em calçados mais elaborados. Vale tudo, desde flats coloridas, passando por sneakers até botas de cano médio.

O modelo flare 7/8 (Foto: Imaxtree)O modelo flare 7/8 (Foto: Imaxtree)

4. Boca larga
É a pantalona em versão denim. Comprida ou não, o item é folgado em todo o comprimento. Na hora de adotar, pense nas proporções e invista em camisas ou camisetas mais próximas ao corpo, para equilibrar o look.

A pantalona em versão denim (Foto: Imaxtree)A pantalona em versão denim (Foto: Imaxtree)

5. Boyfriend
A versão “emprestada” do namorado, com modelagem mais masculina já é conhecida de muitos guarda-roupas. Com cós baixo e folgado no quadril, o modelo é mais relax e ganha ares femininos com a barra dobrada. Apesar da estética menos formal, ele funciona igualmente bem em looks mais sóbrios. Troque o tênis por um escarpin ou salto alto e combine com um blazer de alfaiataria, por exemplo.

O jeans boyfriend tem uma pegada mais relax (Foto: Imaxtree)O jeans boyfriend tem uma pegada mais relax (Foto: Imaxtree)

6. Básico reto
O jeans “normcore” dispensa lavagens muito elaboradas e tem cintura é média. O truque de styling das ruas – que funciona principalmente para as baixinhas – é dobrar a barra excedente para fora, deixando o interior do jeans à mostra. Para a parte de cima, vale tudo, desde moletom até camisa de seda.

A calça jeans normcore com boca reta (Foto: Imaxtree)A calça jeans normcore com boca reta (Foto: Imaxtree)

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Modelos que correm: conheça as tops que são adeptas da corrida

Modelos que correm (Foto: Reprodução/Instagram)Modelos que correm (Foto: Reprodução/Instagram)

Elas são donas de corpos invejáveis, mas não são musas fitness. São modelos, mas também são atletas. Desfilam por aí com os looks mais cobiçados das passarelas, mas trocam o salto alto por um par de tênis sempre que têm a oportunidade – e, de quebra, inspiram suas seguidoras pelo estilo de vida saudável em meio à rotina intensa da moda.


Izabel Goulart, Pathy Dejesus, Babi Beluco, Renata Kuerten, Isabel Hickmann e Michi Provensi são algumas das tops que se renderam ao universo da corrida seja para manter a forma, seja para manter a mente em equilíbrio. Corredoras que se revezam entre editoriais, desfiles e provas de 5km, 10km, 21km e até mesmo 42km. Em entrevista à Vogue, elas revelam como começaram a correr – e por que decidiram nunca mais parar. Confira o resultado ao longo desta página e run, baby, run!

Izabel Goulart (Foto: Reprodução )Izabel Goulart (Foto: Reprodução )

IZABEL GOULART
Com uma série de provas no currículo – no ano passado, ela correu os 21km da Nike Women Victory Tour e uma série de provas de 10km no Brasil e em Paris, onde mora -, a top é famosa pelo físico e pela disposição de atleta. Dona de um dos corpos mais sarados da indústria fashion, ela é habituée da passarela da Victoria’s Secret, mas se mantém em forma o ano inteiro não por causa do desfile de lingerie, mas sim porque é esportista apaixonada. Da corrida ao pilates, Iza é sem dúvida uma das maiores modelos-corredoras da sua geração.

Babi Beluco (Foto: Reprodução/Instagram)Babi Beluco (Foto: Reprodução/Instagram)

BABI BELUCO
Quando começou a correr? Comecei quando tinha 13 anos – e realmente não gostava!
Por que começou a correr? Meu pai que, além de médico, sempre foi esportista, começou a me desafiar. Eu tinha que acompanhar ele nas corridas diárias e, como nunca fui de levar desafio para casa, mesmo que odiando o tal desafio eu continuei!
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Aos poucos eu comecei a ganhar condicionamento, minhas pernas não coçavam mais, o ar passou a fluir e eu comecei a usar aquele tempo para me reconectar comigo mesma. Fui vencendo meus limites de tempos, distâncias e então me apaixonei pela corrida! Claro que, quando comecei a ver no meu corpo o resultado de tudo isso, aí que resolvi que quero correr para sempre…
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Participo sempre de provas de 10km e fiz a Meia Maratona do Rio de Janeiro no ano passado, que foi minha segunda prova de 21km. Agora estou sendo acompanhada por uma coach de corrida – tudo para acertar minhas técnicas, já que me preparo para a Maratona de Berlim [uma das mais cobiçadas do mundo!] em setembro. Estou adorando!
 Qual é a sua power song atualmente? Minhas playlists têm que ter batidão, nada de hip hop…
Gosto de música comercial mesmo! Tipo Titanium, do David Guetta, Calvin Harris (risos). Até um funk brasileiro me da um up na corrida!
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? São tantos que eu não conseguir viver sem! Meu sono fica muito melhor, a corrida regula a  minha ansiedade… é quase uma terapia, um autoconhecimento. Deixa as pernas bonitas e dá uma secada geral no corpo. Amo também porque me permite comer um pouquinho a mais sem ter peso na consciência!

Michi Provensi (Foto: Reprodução )Michi Provensi (Foto: Reprodução )

MICHI PROVENSI
Quando começou a correr?
Comecei a correr quando viajava muito como modelo e não tinha como me filiar a uma academia – e também porque eu não era fã de academia, sempre gostei mais de esportes outdoor. Correr na esteira, nem pensar.  É um esporte simples de equipamento (nem tanto a passada, pois aprender a correr certo é importante), democrático e barato. Um grande barato, endorfina pura, é só calçar um tênis e criar percursos que te façam feliz.
Por que começou a correr? Porque tinha a pressão de manter a forma no universo das modelos, e correr num bom pace queima qualquer pizza. Além disso, por sentir a necessidade de voar por todas as cidades que conheci. Voando baixo, claro.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Em São Paulo, quem me motivou a continuar correndo foi o Nike Running Club – eles montaram um grupo de influenciadores cheio de amigos, Flávio Samelo, Facundo Guerra, Maga Moura… E foi aí que aprendi a correr mesmo com o nosso treinador, Renan. É incrível o processo de reconhecer  seu corpo e preparar ele certinho pra corrida.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? A primeira prova grande que corri na vida foi a São Silvestre, ótima opção pra quem decide passar o ano novo em São Paulo – é muita gente te assistindo e dando apoio. É muito engraçado, me senti uma estrela da corrida [quando participei]. No ano passado, corri a Nike Womans Victory Tour no Rio, meia-maratona só de mulheres pelo circuito da Olimpíada do Rio. A última prova que corri foi a Meia-Maratona de Fernando de Noronha.
Qual é a sua power song atualmente? Ninguém acredita quando falo que corro escutando mantra. A força está nas pernas, a mente tem que estar sempre tranquila.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? O maior benefício é a sensação de liberdade e o contato com a cidade. Eu emagreço muito rápido então não posso correr o tanto que gostaria, mas dá um pique para o dia, alivia qualquer TPM ou dor de cotovelo.

Renata Kuerten (Foto: Reprodução/Instagram)Renata Kuerten (Foto: Reprodução/Instagram)

RENATA KUERTEN
Quando começou a correr? Comecei a correr há um ano, mais ou menos. Mas, nada sério, só em casa mesmo! Recentemente comecei a treinar para correr a Meia Maratona do Rio de Janeiro. Fiz três aulas, só, mas já estou super animada.
Por que começou a correr? A minha agenda é muito conturbada e, muitas vezes, estou em lugares onde não consigo me exercitar na academia, por exemplo. A corrida acaba sendo uma boa saída.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Eu sou uma pessoa saudável, gosto mesmo de cuidar do meu corpo. Acho que esta é a maior motivação para eu praticar qualquer esporte.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Já participei de corridas e caminhadas em prol de alguma causa. Agora, como falei anteriormente, quero correr a Meia Maratona do Rio de Janeiro.
Qual é a sua power song atualmente? Uso o Spotify e ouvir uma playlist chamada GO! Running, com batidas fortes que ajudam a dar aquele ânimo. Também adoro escutar sertanejo enquanto corro.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Quando corro estou cuidando não só da minha boa forma, mas também da saúde. Este é o maior benefício!

Pathy Dejesus (Foto: Reprodução )Pathy Dejesus (Foto: Reprodução )

PATHY DEJESUS
Quando começou a correr? Na infância. Fiz atletismo, competia nos 100 metros rasos e salto em altura!
Por que começou a correr? Eu amo correr. Comecei na infância, como falei, e nunca mais parei. Cheguei correr 16km nos treinos. Baixei pra 10km e hoje estou mudando meu treino de distância para velocidade. Então corro entre 5km e 6km o mais rápido possível (risos).
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Vejo a diferença no meu corpo quando fico uma semana sem praticar nenhum exercício. Descobri que correr me deixa feliz. É o meu jeito de tranquilizar a mente, me divertir e manter a boa forma.
Já participou/vai participar de alguma prova? Já participei de algumas e tenho melhorado minhas marcas! Na última em Noronha fui a 10ª na classificação geral e 1ª na minha categoria. Esse ano ainda não rolou.
Qual é a sua power song atualmente? Desenvolvi uma playlist que me auxilia no ritmo da minha corrida. Então, todas as músicas me dão meu pace correto. Dessas, a minha preferida é Satisfaction, do Dr. Dre.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Meu bem estar e meu bom humor. Depois vem o físico.

 Isabel Hickmann (Foto: Reprodução/Instagram) Isabel Hickmann (Foto: Reprodução/Instagram)

ISABEL HICKMANN
Quando começou a correr?
Comecei em 2013, há quatro anos aderi a corrida como esporte. No primeiro ano, super iniciante, eu me arriscava  correndo 5, 10, até 20 minutos com  caminhadas intercaladas. Depois de um ano, adquiri gosto pela prática e comecei a levar o esporte mais a sério.
Por que começou a correr? Eu sempre fui zero praticante de esportes durante a adolescência. Educação física, assim como o inglês, eram minhas piores notas! É até engraçado porque são coisas que utilizo MUITO hoje. Completamente leiga, comecei com caminhadas devido uma exigência da minha profissão – o corpo deve sempre estar em dia e, acima de tudo, saudável.
Quando me mudei para Nova York, percebi que lá a corrida era uma coisa muito forte, e isso foi um incentivo para eu aumentar a velocidade na esteira. Assim que comecei a correr, nas academias de NY: primeiro correndo 5 minutos, depois 10, progredindo com o tempo e tomando gosto pela coisa. Hoje em dia, um treino de 5km pra mim é dia de descanso, faço isso com e por prazer.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Depois do incentivo inicial, acho que a continuação com a corrida veio por conta do resultado. Me adaptei no esporte, coisa que sempre tive dificuldades, e vi o reflexo da corrida no meu corpo e na minha mente.  Grande parte da força que tenho hoje devo à corrida, e costumo dizer que ela é um incentivo para a realização das coisas – e não o contrário, como dizem por aí, que precisamos de um incentivo para correr. A corrida foi meu incentivo a parar de fumar, por exemplo. Fui tabagista por 14 anos – muito tempo para uma pessoa com menos de 30 anos – e hoje são 6 meses que larguei este mau hábito. Sou uma pessoa melhor, sinto isso na pele e tudo graças à corrida. Também passei a aprender como melhorar meu desempenho e, ao terminar cada corrid,a percebo o quanto valeu a pena o esforço.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Nunca participei de provas, mas tenho muita vontade. Estou procurando por alguma prova de 15 km que coincida com minha agenda – coisa que é difícil programar -, ou quem sabe arrisco a Meia Maratona de São Paulo, que vai acontecer em abril. Acho que a competição é algo que nos leva ao limite e, com isso, podemos ver onde conseguimos chegar. Por isso acho legal competir e pretendo realizar isso em breve.
Qual é a sua power song atualmente? Ultimamente, Nicolas Jaar tem sido o meu DJ na hora da corrida – ele é um DJ de música eletrônica que tem uma peculiaridade no seu repertório que gosto muito, até me acalma. Pode soar estranho, mas gosto de musicas mais tranquilas quando corro. Tenho escutado com frequência a playlist Nature Sounds (sons da natureza), do Spotify . Corro ao som de passarinhos, cachoeira, trovões. Minha corrida é quase uma meditação, mas mexendo muito o corpo.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Além dos benefícios físicos, como manter a forma, ganhar força cardíaca e ficar mais disposta, acredito que a corrida tem sido fundamental para diminuir minha ansiedade e me deixar mais focada. É o momento que eu me desligo do mundo. Quando acabo o exercício e ligo a chave do mundo real de novo, parece que tudo fica mais fácil.


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Modelos que correm: conheça as tops que são adeptas da corrida

Modelos que correm (Foto: Reprodução/Instagram)Modelos que correm (Foto: Reprodução/Instagram)

Elas são donas de corpos invejáveis, mas não são musas fitness. São modelos, mas também são atletas. Desfilam por aí com os looks mais cobiçados das passarelas, mas trocam o salto alto por um par de tênis sempre que têm a oportunidade – e, de quebra, inspiram suas seguidoras pelo estilo de vida saudável em meio à rotina intensa da moda.


Izabel Goulart, Pathy Dejesus, Babi Beluco, Renata Kuerten, Isabel Hickmann e Michi Provensi são algumas das tops que se renderam ao universo da corrida seja para manter a forma, seja para manter a mente em equilíbrio. Corredoras que se revezam entre editoriais, desfiles e provas de 5km, 10km, 21km e até mesmo 42km. Em entrevista à Vogue, elas revelam como começaram a correr – e por que decidiram nunca mais parar. Confira o resultado ao longo desta página e run, baby, run!

Izabel Goulart (Foto: Reprodução )Izabel Goulart (Foto: Reprodução )

IZABEL GOULART
Com uma série de provas no currículo – no ano passado, ela correu os 21km da Nike Women Victory Tour e uma série de provas de 10km no Brasil e em Paris, onde mora -, a top é famosa pelo físico e pela disposição de atleta. Dona de um dos corpos mais sarados da indústria fashion, ela é habituée da passarela da Victoria’s Secret, mas se mantém em forma o ano inteiro não por causa do desfile de lingerie, mas sim porque é esportista apaixonada. Da corrida ao pilates, Iza é sem dúvida uma das maiores modelos-corredoras da sua geração.

Babi Beluco (Foto: Reprodução/Instagram)Babi Beluco (Foto: Reprodução/Instagram)

BABI BELUCO
Quando começou a correr? Comecei quando tinha 13 anos – e realmente não gostava!
Por que começou a correr? Meu pai que, além de médico, sempre foi esportista, começou a me desafiar. Eu tinha que acompanhar ele nas corridas diárias e, como nunca fui de levar desafio para casa, mesmo que odiando o tal desafio eu continuei!
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Aos poucos eu comecei a ganhar condicionamento, minhas pernas não coçavam mais, o ar passou a fluir e eu comecei a usar aquele tempo para me reconectar comigo mesma. Fui vencendo meus limites de tempos, distâncias e então me apaixonei pela corrida! Claro que, quando comecei a ver no meu corpo o resultado de tudo isso, aí que resolvi que quero correr para sempre…
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Participo sempre de provas de 10km e fiz a Meia Maratona do Rio de Janeiro no ano passado, que foi minha segunda prova de 21km. Agora estou sendo acompanhada por uma coach de corrida – tudo para acertar minhas técnicas, já que me preparo para a Maratona de Berlim [uma das mais cobiçadas do mundo!] em setembro. Estou adorando!
 Qual é a sua power song atualmente? Minhas playlists têm que ter batidão, nada de hip hop…
Gosto de música comercial mesmo! Tipo Titanium, do David Guetta, Calvin Harris (risos). Até um funk brasileiro me da um up na corrida!
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? São tantos que eu não conseguir viver sem! Meu sono fica muito melhor, a corrida regula a  minha ansiedade… é quase uma terapia, um autoconhecimento. Deixa as pernas bonitas e dá uma secada geral no corpo. Amo também porque me permite comer um pouquinho a mais sem ter peso na consciência!

Michi Provensi (Foto: Reprodução )Michi Provensi (Foto: Reprodução )

MICHI PROVENSI
Quando começou a correr?
Comecei a correr quando viajava muito como modelo e não tinha como me filiar a uma academia – e também porque eu não era fã de academia, sempre gostei mais de esportes outdoor. Correr na esteira, nem pensar.  É um esporte simples de equipamento (nem tanto a passada, pois aprender a correr certo é importante), democrático e barato. Um grande barato, endorfina pura, é só calçar um tênis e criar percursos que te façam feliz.
Por que começou a correr? Porque tinha a pressão de manter a forma no universo das modelos, e correr num bom pace queima qualquer pizza. Além disso, por sentir a necessidade de voar por todas as cidades que conheci. Voando baixo, claro.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Em São Paulo, quem me motivou a continuar correndo foi o Nike Running Club – eles montaram um grupo de influenciadores cheio de amigos, Flávio Samelo, Facundo Guerra, Maga Moura… E foi aí que aprendi a correr mesmo com o nosso treinador, Renan. É incrível o processo de reconhecer  seu corpo e preparar ele certinho pra corrida.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? A primeira prova grande que corri na vida foi a São Silvestre, ótima opção pra quem decide passar o ano novo em São Paulo – é muita gente te assistindo e dando apoio. É muito engraçado, me senti uma estrela da corrida [quando participei]. No ano passado, corri a Nike Womans Victory Tour no Rio, meia-maratona só de mulheres pelo circuito da Olimpíada do Rio. A última prova que corri foi a Meia-Maratona de Fernando de Noronha.
Qual é a sua power song atualmente? Ninguém acredita quando falo que corro escutando mantra. A força está nas pernas, a mente tem que estar sempre tranquila.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? O maior benefício é a sensação de liberdade e o contato com a cidade. Eu emagreço muito rápido então não posso correr o tanto que gostaria, mas dá um pique para o dia, alivia qualquer TPM ou dor de cotovelo.

Renata Kuerten (Foto: Reprodução/Instagram)Renata Kuerten (Foto: Reprodução/Instagram)

RENATA KUERTEN
Quando começou a correr? Comecei a correr há um ano, mais ou menos. Mas, nada sério, só em casa mesmo! Recentemente comecei a treinar para correr a Meia Maratona do Rio de Janeiro. Fiz três aulas, só, mas já estou super animada.
Por que começou a correr? A minha agenda é muito conturbada e, muitas vezes, estou em lugares onde não consigo me exercitar na academia, por exemplo. A corrida acaba sendo uma boa saída.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Eu sou uma pessoa saudável, gosto mesmo de cuidar do meu corpo. Acho que esta é a maior motivação para eu praticar qualquer esporte.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Já participei de corridas e caminhadas em prol de alguma causa. Agora, como falei anteriormente, quero correr a Meia Maratona do Rio de Janeiro.
Qual é a sua power song atualmente? Uso o Spotify e ouvir uma playlist chamada GO! Running, com batidas fortes que ajudam a dar aquele ânimo. Também adoro escutar sertanejo enquanto corro.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Quando corro estou cuidando não só da minha boa forma, mas também da saúde. Este é o maior benefício!

Pathy Dejesus (Foto: Reprodução )Pathy Dejesus (Foto: Reprodução )

PATHY DEJESUS
Quando começou a correr? Na infância. Fiz atletismo, competia nos 100 metros rasos e salto em altura!
Por que começou a correr? Eu amo correr. Comecei na infância, como falei, e nunca mais parei. Cheguei correr 16km nos treinos. Baixei pra 10km e hoje estou mudando meu treino de distância para velocidade. Então corro entre 5km e 6km o mais rápido possível (risos).
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Vejo a diferença no meu corpo quando fico uma semana sem praticar nenhum exercício. Descobri que correr me deixa feliz. É o meu jeito de tranquilizar a mente, me divertir e manter a boa forma.
Já participou/vai participar de alguma prova? Já participei de algumas e tenho melhorado minhas marcas! Na última em Noronha fui a 10ª na classificação geral e 1ª na minha categoria. Esse ano ainda não rolou.
Qual é a sua power song atualmente? Desenvolvi uma playlist que me auxilia no ritmo da minha corrida. Então, todas as músicas me dão meu pace correto. Dessas, a minha preferida é Satisfaction, do Dr. Dre.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Meu bem estar e meu bom humor. Depois vem o físico.

 Isabel Hickmann (Foto: Reprodução/Instagram) Isabel Hickmann (Foto: Reprodução/Instagram)

ISABEL HICKMANN
Quando começou a correr?
Comecei em 2013, há quatro anos aderi a corrida como esporte. No primeiro ano, super iniciante, eu me arriscava  correndo 5, 10, até 20 minutos com  caminhadas intercaladas. Depois de um ano, adquiri gosto pela prática e comecei a levar o esporte mais a sério.
Por que começou a correr? Eu sempre fui zero praticante de esportes durante a adolescência. Educação física, assim como o inglês, eram minhas piores notas! É até engraçado porque são coisas que utilizo MUITO hoje. Completamente leiga, comecei com caminhadas devido uma exigência da minha profissão – o corpo deve sempre estar em dia e, acima de tudo, saudável.
Quando me mudei para Nova York, percebi que lá a corrida era uma coisa muito forte, e isso foi um incentivo para eu aumentar a velocidade na esteira. Assim que comecei a correr, nas academias de NY: primeiro correndo 5 minutos, depois 10, progredindo com o tempo e tomando gosto pela coisa. Hoje em dia, um treino de 5km pra mim é dia de descanso, faço isso com e por prazer.
O que te motivou a continuar praticando o esporte? Depois do incentivo inicial, acho que a continuação com a corrida veio por conta do resultado. Me adaptei no esporte, coisa que sempre tive dificuldades, e vi o reflexo da corrida no meu corpo e na minha mente.  Grande parte da força que tenho hoje devo à corrida, e costumo dizer que ela é um incentivo para a realização das coisas – e não o contrário, como dizem por aí, que precisamos de um incentivo para correr. A corrida foi meu incentivo a parar de fumar, por exemplo. Fui tabagista por 14 anos – muito tempo para uma pessoa com menos de 30 anos – e hoje são 6 meses que larguei este mau hábito. Sou uma pessoa melhor, sinto isso na pele e tudo graças à corrida. Também passei a aprender como melhorar meu desempenho e, ao terminar cada corrid,a percebo o quanto valeu a pena o esforço.
Já participou/vai participar de alguma prova? Se sim, qual? Nunca participei de provas, mas tenho muita vontade. Estou procurando por alguma prova de 15 km que coincida com minha agenda – coisa que é difícil programar -, ou quem sabe arrisco a Meia Maratona de São Paulo, que vai acontecer em abril. Acho que a competição é algo que nos leva ao limite e, com isso, podemos ver onde conseguimos chegar. Por isso acho legal competir e pretendo realizar isso em breve.
Qual é a sua power song atualmente? Ultimamente, Nicolas Jaar tem sido o meu DJ na hora da corrida – ele é um DJ de música eletrônica que tem uma peculiaridade no seu repertório que gosto muito, até me acalma. Pode soar estranho, mas gosto de musicas mais tranquilas quando corro. Tenho escutado com frequência a playlist Nature Sounds (sons da natureza), do Spotify . Corro ao som de passarinhos, cachoeira, trovões. Minha corrida é quase uma meditação, mas mexendo muito o corpo.
Qual é o maior benefício que a corrida te traz? Além dos benefícios físicos, como manter a forma, ganhar força cardíaca e ficar mais disposta, acredito que a corrida tem sido fundamental para diminuir minha ansiedade e me deixar mais focada. É o momento que eu me desligo do mundo. Quando acabo o exercício e ligo a chave do mundo real de novo, parece que tudo fica mais fácil.


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Mohamed e Alana Hadid lançam grife de óculos

Hadid Eyewear (Foto: Divulgação)Hadid Eyewear (Foto: Divulgação)

Como se não bastasse o sangue fashionista que domina a família Hadid, o DNA empreendedor também toma conta: Mohamed Hadid e Alana Hadid, pai e uma das irmãs de Gigi Hadid e Bella Hadid, respectivamente, acabam de lançar uma marca de óculos. Batizada de Hadid Eyewear, a nova grife surge com preços acessíveus e uma série de modelos de perfume fun.

Alana Hadid, Gigi Hadid, Mohamed Hadid, Bella Hadid e óculos da marca Hadid Eyewear (Foto: Reprodução)Alana Hadid, Gigi Hadid, Mohamed Hadid, Bella Hadid e óculos da marca Hadid Eyewear (Foto: Reprodução)

“Nós amamos óculso de sol – se você olhar o Instagram do meu pai, vai perceber que ele está de óculos em todas as fotos. Cada um de nós deve ter mais de 100 pares”, diz Alana em entrevista ao WWD. “Estamos muito felizes em fazer algo que é acessível a todos”.


Amigáveis, os preços das peças vão de U$149 a U$169 (cerca de R$ 450 e R$ 533), e já podem ser encontrados no e-commerce oficial da label. 5% dos lucros serão direcionados à ONG Vision of Children Foundation.


 


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Mohamed e Alana Hadid lançam grife de óculos

Hadid Eyewear (Foto: Divulgação)Hadid Eyewear (Foto: Divulgação)

Como se não bastasse o sangue fashionista que domina a família Hadid, o DNA empreendedor também toma conta: Mohamed Hadid e Alana Hadid, pai e uma das irmãs de Gigi Hadid e Bella Hadid, respectivamente, acabam de lançar uma marca de óculos. Batizada de Hadid Eyewear, a nova grife surge com preços acessíveus e uma série de modelos de perfume fun.

Alana Hadid, Gigi Hadid, Mohamed Hadid, Bella Hadid e óculos da marca Hadid Eyewear (Foto: Reprodução)Alana Hadid, Gigi Hadid, Mohamed Hadid, Bella Hadid e óculos da marca Hadid Eyewear (Foto: Reprodução)

“Nós amamos óculso de sol – se você olhar o Instagram do meu pai, vai perceber que ele está de óculos em todas as fotos. Cada um de nós deve ter mais de 100 pares”, diz Alana em entrevista ao WWD. “Estamos muito felizes em fazer algo que é acessível a todos”.


Amigáveis, os preços das peças vão de U$149 a U$169 (cerca de R$ 450 e R$ 533), e já podem ser encontrados no e-commerce oficial da label. 5% dos lucros serão direcionados à ONG Vision of Children Foundation.


 


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