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Modelo nos anos 90, Fabiana Saba conta da fase em que passou do manequim 34 para o 44

Fabiana Saba (Foto: Deco Cury)(Foto: Deco Cury)

Comecei a trabalhar como modelo com 13 anos. Aos 15, já morava em Nova York e viajava o mundo fotografando. Sempre fui muito magra, cheguei a sofrer bullying por isso na escola. Tenho 1,76 m de altura e, nessa época, pesava 48 kg. Comia muito e não engordava. Malhar? Nem pensar.


Mas quando completei 21 anos comecei a engordar e resolvi fazer uma lipoescultura. Pouco tempo depois, conheci o Ralph, meu marido, que é nova-iorquino, e passamos a namorar a distância.


Nessa época, eu estava bem profissionalmente, trabalhando como apresentadora do Interligado Games e do Superpop, na Rede TV. Com o tempo, fama e dinheiro começaram a perder valor, porque sentia muita falta dele. Em 2002, o amor falou mais alto: larguei tudo para viver com ele em Nova York. Deu certo! Estamos juntos há 15 anos e casados há 12.


Meu marido é judeu, sou kardecista, minhas filhas frequentam uma escola quaker (grupo religioso surgido na Inglaterra no século 17, mas hoje mais concentrado nos Estados Unidos), a gente medita.


Converti-me ao judaísmo para casar e participamos de todos os feriados. Não somos quaker, mas escolhemos essa escola porque eles se preocupam em criar seres humanos íntegros e conscientes. As filhas do Obama estudavam num colégio similar em Washington. O que eu mais quero é criar um mundo bom para os meus filhos e criar bons filhos para o mundo.

Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)

Falando em filhos, foi quando engravidei que engordei de vez. Foram 30 quilos na gravidez de Victoria, que hoje tem 9 anos, e 25 na de Rebecca, de 6. E eu não sabia emagrecer porque nunca tinha precisado fazer dieta.


Depois que as minhas filhas nasceram, já emagreci e engordei de novo muitas vezes, mas nunca cheguei perto de voltar a ter as medidas da época de modelo e apresentadora. Em termos de saúde, quando eu era magra comia muito mais besteiras, muito açúcar, não tinha massa muscular. Acho que peso mais de 70 kg agora, mas nunca mais subi numa balança. Números para mim não existem! Só sei que usava 34 e agora, 44. E é o que é.


Mas nem sempre foi assim. Só a partir do ano passado comecei a aceitar meu corpo e ver beleza fora do que é considerado padrão. Teve uma época em que não me sentia mais bonita para trabalhar, parecia que estava invisível. Muita gente vinha me perguntar: “Nossa, você está com o rosto lindo, por que deixou isso acontecer com o seu corpo?”. Ficava mal e comia mais.


Comecei a perceber que, se estivesse num resort, por exemplo, e encontrasse algum conhecido, não entrava na piscina com a minha filha por vergonha de mostrar meu corpo. Achava que meu marido me dava indiretas porque eu tinha engordado e ficava superbrava.


Quando me aceitei, percebi que era coisa da minha cabeça. Ficava mal-humorada, porque pensava que ele estava me olhando diferente. Às vezes não queria sair com o Ralph, não me sentia bem em nenhuma roupa e na minha cabeça ele concordava com isso.


Na verdade, meu marido só reclamou comigo porque estava preocupado com a minha saúde, já que tive pré-diabetes. Ele, por sua vez, se alimenta bem, corre todo dia. Está melhor agora do que há 20 anos quando nos conhecemos. É um tapa na cara!


No ano passado, comecei a postar fotos e textos mais reais no meu Instagram sobre meu cotidiano, minhas angústias, meus defeitos, e senti uma resposta muito positiva das mulheres que me seguiam. Isso ajudou a dar força para recuperar minha autoestima.


Acho que hoje as pessoas cansaram da perfeição, de um mundo que você não consegue alcançar porque, na verdade, ele não existe. Nessa mesma época, minha filha mais nova passou a estudar em período integral. E, pela primeira vez, senti vontade de voltar a trabalhar depois de todos esses anos sendo mãe 24 horas.


Foi quando uma amiga que trabalha nos EUA como modelo curvy (uma categoria abaixo do plus size) me convidou para ir até a agência dela. Na mesma hora eles me contrataram e, aos poucos, estou voltando a trabalhar.


Quando trabalhava como modelo no Brasil, não precisava mais fazer casting. E agora estou aqui, no começo, com meninas de 16 anos. E vou fazer 40 este ano. É difícil começar de novo. Meu marido tem me apoiado muito. Nunca me arrependi de ter largado tudo. Fiz isso não porque ele não queria que eu trabalhasse, e sim porque estávamos em países separados.


Veja: Agencias de Modelos


Com o Instagram e os primeiros trabalhos, senti uma resposta do Brasil que eu não esperava. Pelo contrário, achei que sofreria muitas críticas, estava preparada para elas, mas fui recebida de braços abertos. O que prova o quanto as pessoas estão preparadas para a diversidade de corpos.


Este novo momento me levou a criar, em março passado, junto com a minha amiga e modelo curvy Natalia Novaes e a também modelo Luma Grothe, o Todas Juntas, programa de empoderamento feminino no YouTube, feito parte no Brasil, parte nos EUA.


Feminismo é ter liberdade de escolha, e é isso que tentamos mostrar. A mulher que quer ser só mãe não tem que julgar a que não quer ter filhos, e assim por diante. Depois de nove anos, usei biquíni – e postei –- pela primeira vez no verão passado. Fiz as pazes com o espelho. Amo comer. Sou feliz comendo e tudo bem.


Não tenho vontade de emagrecer, só tenho vontade de ficar durinha. Não quero ter celulite, ficar flácida. Até estou me animando mais para malhar. Esse mundo de modelos plus tem mulheres maravilhosas. Se você tem que se matar para ter um peso, isso não é saudável.



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O novo sol: entenda como a poluição está fazendo sua pele envelhecer mais rápido

Poluição é quase tão nociva quanto o sol (Foto: Thinktock)Poluição é quase tão nociva quanto o sol (Foto: Thinktock)

Se o protetor solar se tornou recentemente um dos itens mais importantes da sua rotina de cuidados com a pele, prepare-se para adicionar outros aliados ao exército de combate ao envelhecimento cutâneo. Os dermatologistas alertam: assim como os raios UV, a poluição pode ter consequências nocivas para a pele e pode ser um dos grandes inimigos de um rosto jovem e saudável.


A poluição, composta por gases derivados de combustão de gasolina, diesel e outras substâncias, fumaças (inclusive a do cigarro), entre outros, é um perigo invisível. Ela é composta de pequenas partículas que conseguem “entrar” na pele e se depositar ali, gerando os nocivos radicais livres que esgotam os antioxidantes naturais, danificam o DNA das células cutâneas e diminuem a proteção contra outros agentes, como os raios UV.  “Nossa pele possui mecanismos de defesa contra a formação de radicais livres intrínsecos”, explica o dermatologista membro da Sociedade Brasileria de Dermatologia, Antonio Loyola. “No entanto, a presença e a exposição a essas substâncias externas e outros gases nocivos fazem com que haja um depósito deles na superfície cutânea. Para se defender, nosso organismo consome parte desses recursos, diminuindo nossas defesas contra o sol e o processo de envelhecimento natural genético”, acrescenta.


O resultado de toda a ação? “Manchas senis, piora de doenças como alergias, psoríase e acne, além, claro, do envelhecimento prematuro”, afirma a dermatologista Thais Sakuma, também membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A ação dos radicais livres influencia na produção de colágeno e ativa moléculas que causam manchas, irritações, aspereza e ressecamento. Apesar de muito prejudicial, a poluição, no entanto, não bate os raios raios solares, que além de influenciar no envelhecimento precoce da pele, podem causar câncer. “A radiação ultravioleta é mais nociva. Ao atingir nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as fotoalergias e o bronzeamento e reações tardias, como o envelhecimento cutâneo e as alterações celulares que predispõem ao câncer da pele”, acrescenta Loyola.


Defenda-se
Como a poluição danifica os antioxidantes naturais da pele – como a vitamina C, vitamina E e glutationa —  é necessário repor cada um deles para evitar mais danos dos radicais livres, explica Thais. “É fundamental limpar a pele diariamente com sabonete líquido apropriado para o tipo de pele da pessoa e investir em produtos compostos de vitamina C, E, B3 (niacinamida) e resveratrol’, esclarece a dermatologista. Para a limpeza da pele, Loyola recomenda lançar mão da solução micelar. “A tecnologia de micelas atrai a sujeira presente na pele com mais facilidade, promovendo limpeza profunda e suave das partículas e poluição”, esclarece o especialista. Reforce ainda mais o escudo natural da pele, acrescentando antioxidantes também na dieta. “Dê preferência a alimentos que contêm antioxidantes naturais como uvas, frutas cítricas e vermelhas, folhas verdes escuras e o chá verde”, indica Loyola.


Atenção redobrada a peles com acne, oleosas e negras. Os efeitos da poluição podem ser agravados neste tipo de derme já que existe uma tendência maior de produção de sebo pelas glâdulas sebáceas.


Na galeria, confira algumas sugestões de produtos para proteger a pele da poluição.


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Travesti na novela das 9, Silvero Pereira se sente bem como homem ou mulher

Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)

Silvero Pereira se define como uma pessoa que não gosta de se “encaixotar”. Livre de preconceitos e firme em suas opiniões, ele não deixa que ninguém o coloque para baixo. “Ser chamado de ‘viado’ e ‘traveco’ para mim é motivo de orgulho”, diz ele em entrevsita. Cearense de Mombaça, uma cidade de 50 mil habitantes, o ator de 35 anos – filho de operário e mãe lavadeira – é casado há nove com um dramaturgo, mas teve várias namoradas na adolescência.  


Foi pensando em defender atores transexuais e travestis que Pereira montou a companhia teatral AsTravestidas. Defensor dos direitos da comunidade LGBT, ele acredita que é preciso lutar por leis que defendam a todos: “Se não, vamos acabar revelando que o Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.”


Como tem sido a repercussão de seu personagem na novela?
SILVERO PEREIRA Faço teatro há 18 anos. Construí uma trajetória artística e política muito importante. Há 15 anos, me dedico às questões LGBT, de travestis, transexuais e transformistas, e  ganhei notoriedade, mas, claro, tudo isso está muito longe do que uma novela das 9 consegue proporcionar. Não consigo mensurar o tamanho disso tudo. Estou em cartaz em São Paulo com a peça “Brtrans“, e, outro dia, andando pela Avenida Paulista, pela primeira vez as pessoas me abordam para falar sobre o Nonato, meu personagem na novela. Nas redes sociais, tenho um Instagram bem ativo e, às vezes, entro ao vivo. Quando isso acontece, sempre aparece uma pessoa que decide me agredir. Reajo politicamente.


O que chama de reagir politicamente?
PEREIRA – Quando tentam me chamar de “viadão”, “traveco”, palavras que podem ser consideradas depreciativas e insultos, eu rebato dizendo que, para mim, elas são motivo de orgulho, adjetivos bem positivos. Esse tipo de atitude faz com que eu acabe levantando essa bandeira para outras pessoas que, no dia a dia, são agredidas e até espancadas. Costumo dizer: “Respondam [às agressões] e se sintam orgulhosas pelo que são”. É muito fácil julgar uma travesti que está na esquina se prostituindo. Mas qual a história dela? Precisamos nos aprofundar nessas questões, sair da superficialidade para entender o que ela sofreu desde criança. Ela está na rua tentando sobreviver.

Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)

Quando decidiu ser ator?
PEREIRA – Minha irmã Cristiana e eu costumávamos brincar de show de calouros. Desde pequeno, gostava de me fantasiar. Trancado no banheiro, me sentia seguro para me expor, pois, sozinho, podia brincar com minhas fantasias. Alguns amigos na infância, principalmente as meninas,  compreendiam minha inclinação para as artes e participavam das minhas invenções. Mas só fui saber o que era teatro quando me mudei para Fortaleza, aos 17 anos. Quando assisti a primeira peça de teatro, descobri o que queria fazer na vida.

Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)

Quando você contou à sua família que era homossexual?
PEREIRA –
Esse sempre foi um assunto difícil de falar com minha família, mas, de maneira natural, eles compreenderam que não podiam exigir de mim questões heteronormativas. Não podiam exigir namoradas, casamento, filhos, algo que eles tentaram  durante minha adolescência. Depois que me reconheci de fato, não permiti que ninguém interferisse em minha construção. 


Você se relacionou com meninas?
PEREIRA – Durante toda a minha adolescência, todas as minha relações foram com meninas. Primeiro namorei meninas; depois, passei a me relacionar com garotos. Foi um processo natural. Não gosto de me encaixotar na obrigação de me definir homossexual, bissexual. Gosto muito mais da liberdade de ser, do que da obrigação de definir. Essa é uma frase que tenho usado sempre. Hoje, aos 35 anos, sou feliz com minha identidade. Não me privo dos meus desejos, sejam eles por homens ou por mulheres. Permito que esses desejos aconteçam e, se tiver que ser por homem ou por mulher, que seja bem bonito para mim.


Como os travestis eram tratados em sua cidade natal?
PEREIRA – uma história muito perturbadora da minha infância: Há uma travesti em minha cidade, que mora lá até hoje, chamada Barbosinha. Sempre me disseram que ela tinha uma doença e eu não deveria me aproximar. Era uma espécie de lenda urbana que dizia que a gente não podia ter contato com a Barbosinha. Quando saí da minha cidade, eu era transfóbico. Fui obrigado a não gostar de Barbosinha, a pensar que ela era quase um bicho.  Mas, apesar de eu não ter compreensão sobre sexualidade e identidade de gênero, sentia interesse por esses temas, mesmo sem saber ainda me encaixar. Foi no teatro que compreendi que as pessoas tinham me feito pensar tudo errado.


Você sofreu preconceito no início de sua carreira?
PEREIRA – Sim, por fazer trabalhos para travestis. A classe artística começou a dizer que eu não era era ator, que deveria virar transformista e seguir os passos de minhas colegas nas boates. Mas enfrentei tudo e hoje digo: “Vocês estavam errados”. Hoje, há travestis que trabalham como  funcionárias públicas, são casadas, respeitadas. Claro que ainda existem muitas que são marginalizadas, mas o cenário é bem diferente de quando eu era mais jovem.


Por que você montou a companhia de teatro As Travestidas?
PEREIRA – Estamos num movimento muito bonito rumo à representatividade nas artes cênicas e me considero alguém que, de fato, contribuiu para esse movimento. Há 15 anos, no Ceará, acompanhei muitas amigas artistas largarem o teatro para trabalhar apenas em boates. A construção do meu grupo foi uma luta política, de resistência, para que as meninas voltassem ao  teatro. No grupo, temos três transexuais graduadas em artes cênicas. Somos em 12 integrantes e tem de tudo: hétero, homo, bi,  fluido de gênero, travesti, transexual e transformista.


O que falta para o seu grupo se multiplicar?
PEREIRA – Políticas públicas em defesa das questões LGBT. A área artística está à frente de outros setores. É preciso que as pessoas reconheçam que o Brasil é o país onde se mata mais travesti e trans no mundo. Não há políticas em defesa dessa comunidade. O Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.


Na TV, você prefere se ver como Elis ou Nonato?
PEREIRA – Me sinto tão feliz de barba quanto de cabelo comprido e usando vestido. O masculino é uma coisa que me interessa, me excita e me deixa feliz. Mas o feminino é algo que me comove, mexe comigo. Me sinto feliz das duas formas. Até uns 30 anos, me sentia confuso sobre a masculinidade, a feminilidade, mas agora transito normalmente. O teatro foi minha terapia e me ajudou intensamente a resolver essas questões.


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Couro reaproveitado nas bolsas da Mole Bags!

A marca de bolsas Mole Bags tem um conceito bem bacana por trás do produto: o material, couro, vem do aproveitamento de resíduos da indústria que seriam descartados! O nome dado pelas gaúchas fundadoras Fernanda Daudt e Marcia Garbin vem da maciez e do design atemporal minimalista das bolsas, todas costuradas à mão – são 7 modelos com cores e texturas variadas, mas todos prezando por um desenho mais simplificado, à “menos é mais”.

Campanha da Diesel pede mais amor, não muros!

E a sustentabilidade não fica só no couro em si: as embalagens também levam tecidos de resíduo e o suporte onde elas exibem os itens é de madeira reciclada. Com produção pequena, Fernanda e Marcia ainda conseguem incluir couros especiais no seu mix, como os de píton e pirarucu – tudo de descarte, sempre! E a história é tão legal que em março a Mole Bags foi convidada a participar do SXSW (South by Southwest) em Austin, TX, um dos maiores eventos de tecnologia e economia criativa do mundo! As bolsas podem ser encontradas, em SP, nas lojas MAB Store, Debora Quer, Luca & Jack e Fina Estampa; no Rio, na Casa Ipanema, Wasabi e Papel Craft – e ainda tem outros lugares espalhados pelo Brasil. A marca é tão sucesso que já vende em outras partes do globo também, como NY e no México! Confira tudo na galeria!

Mole Bags: (54) 99123-7848

Os 5 segredos indispensáveis de toda mulher estilosa

meninas-estilosasSaiba como as fashionistas encaram o seu estilo pessoal (Foto: Imaxtree)

 

Você com certeza admira alguma mulher pelo seu estilo e se perguntou: como ela consegue? Não parece fácil manter um visual impecável e em dia, mas para algumas mulheres parece o tipo de coisa que é totalmente natural.

Porém, ao contrário do que se imagina, essas mulheres colocam, sim, uma atenção especial na hora de se vestir, por isso elas conseguem manter sempre um look que se destaca dos demais. Se você tem o desejo de fazer como elas, saiba que é possível, basta seguir algumas regrinhas de estilo básicas.

Regra das 8 horas
Ao invés de sair correndo de manhã e pegar a primeira coisa que elas encontram no guarda-roupa, essas mulheres têm o costume de escolher os seus looks com antecedência. Isso significa que elas escolhem as roupas que usam antes, quanto têm tempo, na noite anterior ou fazendo um planejamento antes de uma viagem, para não acordar com pressa e escolherem um look sem cuidado.

 

Exigência com tendências
Apesar de estarem sempre ‘na moda’, as mulheres estilosas não necessariamente usam todas as tendências que são um destaque no momento. Ao invés disso, elas escolhem aquelas que mais combinam com o seu estilo pessoal e as adaptam ao seu gosto. Podem existir muitos looks e desfiles que elas amem, mas, no fim do dia, elas usam apenas o que funciona para elas no dia a dia, e isso, afinal, é o que realmente importa.

 

Regra do 80/20
Parece que ter um guarda-roupa cheio de roupas de marca é o sonho de toda mulher, mas isso não garante um estilo pessoal incrível. As fashionistas que admiramos, ao contrário, costumam seguir uma regra que divide o seu orçamento: 80% dos gastos com moda são reservados para peças clássicas de acordo com o seu estilo, de marcas de qualidade e estilistas que gostam; e 20% são usados para compras espontâneas de tendências do momento.

 

Guardar referências
Em tempos de Pinterest, ter uma pasta com referências de estilo pode ser uma saída incrível para você se inspirar e conseguir explorar mais o seu estilo pessoal, até encontrar o seu look perfeito. Fora que, agora, o Instagram também dá a opção de você marcar as suas fotos preferidas e montar a sua pastinha de inspiração ali mesmo no seu perfil, com looks da vida real.

 

Destacar uma peça
Por mais que tenha muito a ver com o visual estiloso saber combinar estampas e cores, é importante também entender quando uma única peça diferente pode dar um up completo no look. A técnica do spotlighting faz exatamente isso: ela coloca um holofote em uma única peça (seja uma bolsa ou uma blusa estampada ou colorida) em um look que é, no geral, mais simples e básico.

 

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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Você consegue adivinhar em qual personagem da Disney esse cabelo e essa maquiagem são inspirados?

Bella e Gigi Hadid (Foto: Reprodução/Instagram)Bella e Gigi Hadid (Foto: Reprodução/Instagram)

Será que você consegue adivinhar qual a referência que Karl Lagerfeld, estilista da Fendi, passou para o makeup artist Peter Philips na hora de criar a beleza do desfile da grife? Dica: ele criou essa boca cheia de glitter, mas também foi o responsável pela ideia desses enfeites de cabelo (aliás, enfeitar a cabeça está super na moda!).


Então, tente adivinhar antes de rolar a barra.


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A referência de Karl era Vanellope Von Schweetz, a personagem cheia de enfeites de doce na cabeça do filme “Detona Ralph”.

Vanellope Von Schweetz (Foto: Reprodução)Vanellope Von Schweetz (Foto: Reprodução)

Fofo, né?



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No ar em “Justiça”, Jéssica Ellen diz que chora assistindo à série

“Às vezes, tento twittar durante a série, mas é difícil porque eu me emociono muito”, disse Jéssica Ellen (Foto: Divulgação)

Aos 13 anos, Jéssica Ellen começou a fazer teatro no projeto social Revivarte. Foi quando se apaixonou pela profissão de atriz e decidiu que gostaria de seguir carreira. “Achei muito mágico poder ser outra pessoa completamente diferente de mim. Isso me encantou muito. Decidi que queria ser atriz e fiquei com isso na cabeça”, contou.


Foi então que decidiu cursar faculdade de teatro, onde uma amiga sugeriu que ela tentasse trabalhar na TV Globo. “Eu nem sabia como funcionava. Ela passou o meu contato pra uma produtora de elenco que me chamou pra ir no Projac bater um papo, fazer o cadastro”. Seu primeiro papel na TV foi em “Malhação”. “Depois, ela fez as novelas “Geração Brasil” e “Totalmente Demais”.


Agora, aos 24, ela vive o papel de mais destaque na sua carreira: a Rose de “Justiça”. Na trama, a personagem de Jéssica passa por situações de preconceito descarado. Numa delas, ela e sua amiga Débora [Luisa Arraes] vão a um restaurante e, quando Rose pede uma mesa, a recepcionista mente e diz que estão todas ocupadas. Na história principal da personagem, elas vão a um luau comemorar que foram aprovados no vestibular de jornalismo e compram drogas. As duas são surpreendidas por policial que libera sua colega, que é branca, mas revista Rose. A droga que estava escondida acaba caindo e ela é detida e fica presa por sete anos.

Em Em “Justiça”, Jéssica vive Rose e Luisa Arraes é Débora (Foto: Divulgação/TVGlobo)

A atriz disse que nunca sofreu racismo como a personagem. “Diferente dos Estados Unidos, o racismo no Brasil é meio gelado, meio entre as coxas, então tem situações que eu falo: ‘será que foi?’ Mas ai já passou, eu não percebo muito. Da forma que acontece aqui no país acho que acaba te deixando meio na dúvida. Eu, por exemplo, nunca passei por uma situação como a da Rose de chegar num lugar e ser barrada. Isso nunca. Mas na escola eu era zoada pelo meu cabelo, fui a última a namorar… Eu era sempre a menina legal, mas nunca considerada a bonita. Esse tipo de coisa que hoje eu entendo que sofri racismo.”


Rose também se sente traída pela amiga, que acaba não ajudando ela durante a situação. Jéssica contou que nunca sofreu decepção com amizades. “Eu me dou muito com meu amigos. Os próximos sabem que eu tiro a roupa do corpo pra dar pra eles.” Ao sair da prisão, ela perdoa Débora. A atriz, porém, acredita que não agiria da mesma forma. “Sou geminiana, sou legal, mas meu ascendente é escorpião [risos]. Então não pisa no meu calo, sabe? Acho que não perdoaria, não. Não conseguia ver um amigo passando por alguma dificuldade ou fazendo alguma besteira e não ajudar”, disse. “Mas ao mesmo tempo, a Rose estava consumindo droga, então acho que ela também carrega essa responsabilidade de estar fazendo alguma coisa errada.”


EMOÇÃO DENTRO E FORA DE CENA
As cenas de Jéssica têm grande carga emocional e atriz disse que se entregou totalmente ao papel. “O Chico Accioly [preparador de elenco] e os diretores falam que eu sou muito entregue. Acho que existe um momento que o ator transcende, atravessa a televisão e toca as pessoas. Pra mim foi superemocionante. Na cena em que a Rose é presa, teve um momento que eu tive que parar pra repor mais água porque chorei tanto que estava desidratada já”, contou. “Nesse processo todo de Justiça, eu saí muito pouco pra curtir com meus amigos porque você doa muita energia, então precisa recarregá-las, ficar quietinha no seu canto.”


O choro, porém, não é só quando Jéssica está em cena. A atriz afirma que não consegue se conter quando assiste aos espisódios “Às vezes, tento twittar durante a série, mas é difícil porque me emociono muito. É uma mão limpando o choro e a outra tentando escrever [risos].


Jéssica acredita que as pessoas a enxergarão como uma pessoa e atriz mais madura depois desse papel. “A Rose foi um grande presente pra eu mostrar um lado mais mulher da Jéssica, porque até então ela era uma menina bonita, feliz e alegre. E a Rose está mostrando outros lados, até do meu trabalho.”


1ª CENA DE NUDEZ
Na série Rose protagonizou uma cena de sexo com Celso, personagem de Vladimir Brichta. Foi a primeira vez que a atriz fez uma cena de nudez. Ela contou que estava mais nervosa antes do que  a gravação. “Estava supernervosa porque a gente tem medo do novo, né, todo mundo tem medo de algo que não conhece”, afirmou. “O set fica reduzido pra não ter nenhum tipo de desconforto. E eu fiquei muito impressionada de como é técnico. O diretor falava: ‘Jéssica, com a mão direita arranha o ombro esquerdo do Vladimir. Agora levanta o pescoço e abre a boca.’ Tudo foi muito coreografado, então durante a cena foi supertranquilo, rápido, e o Vladimir é um ótimo parceiro de cena. O resultado ficou superbonito.”

Jéssica protagonizou sua primeira cena nu com Vladimir Brichta (Foto: Reprodução/GShow)Jéssica protagonizou sua primeira cena nu com Vladimir Brichta (Foto: Reprodução/GShow)

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Com medalha de ouro, atleta queniana consegue luz elétrica a sua vila

A queniana Faith Chepng’etich comemora medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio (Foto: Getty Images)A queniana Faith Chepng’etich comemora medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio (Foto: Getty Images)

Quando a atleta queniana Faith Chepng’etich cruzou a linha de chegada da prova dos 1.500 metros femininos, durante as Olimpíadas do Rio, ela não imaginou que estaria possibilitando ali uma grande conquista também para os moradores de sua vila.


Desde 1980, o povoado onde vive com sua família está nas trevas. Mas graças a sua medalha de ouro, tudo mudou – a energia finalmente chegou ao local. Fato que ela só poderá ver de perto nesta sexta (02), quando desembarca de volta ao seu país natal.


A mudança aconteceu, momentos depois de sua vitória, no dia 17 de agosto, quando seu pai Samuel Koech Kipyegon escreveu uma carta ao presidente Uhuru Kenyatta pedindo que pudesse ter acesso à eletricidade para que todos tenham a chance de assistir às próximas vitórias de Faith.
O pedido foi prontamente atendido e as luzes da Vila Ndabibit chegaram em nove dias.


“Agradeço a Deus por ter me dado uma filha maravilhosa, que transformou nossa vila. Rezo todos os dias por sua força e saúde para que possa conquistar mais medalhas para o Quênia”, disse o pai da atleta ao site Daily Nation.


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